Entre as áreas com deficiência destacam-se Arquitetura, Engenharias de Agrimensura, Civil, Florestal, Mecânica, Eletromecânica e Elétrica, além da Geologia e Minas
“O Alto Vale do Itajaí tem aumentado significativamente a atividade de engenharia e a região está necessitando de profissionais registrados no CREA-SC para atenderem a demanda de trabalho”, diz o fiscal da Inspetoria de Rio do Sul, Cristiano Della Justina. Segundo ele, as áreas de maior carência são: Arquitetura, Geologia e Minas e as Engenharias de Agrimensura, Civil, Florestal, Mecânica, Eletromecânica e Elétrica.
De acordo com o fiscal, engenheiros civis e arquitetos são necessários na prestação de assistência técnica ao grande número de obras em andamento, como por exemplo nas prefeituras para planejamento e projetos de capacitação de recursos e empreiteiras, principalmente nos municípios pequenos, onde ainda não existem profissionais residentes. Devido aos planos diretores, também é necessário a contratação de engenheiros agrimensores, pois a fiscalização do CREA-SC e a Promotoria de Justiça buscam a regularização de assistência técnica, dos parcelamentos de solo e empresas de terraplanagem. Engenheiros Florestais, para uma maior atuação do Conselho na fiscalização e regularização das florestas junto aos órgãos ambientais.
Como a região é considerada um pólo nacional na fabricação de caldeiras e no surgimento de médias empresas no seguimento de fabricação de máquinas, é necessário a contratação de novos engenheiros mecânicos e eletromecânicos. A falta de engenheiros eletricistas dificulta o avanço da fiscalização, principalmente na regularização de empresas junto ao Conselho. E quanto aos geólogos e os engenheiros de minas, é pequeno o número de profissionais da área. “A maioria das assistências ocorridas por aqui são realizadas por pessoas de outras regiões”, ressalta o fiscal Cristiano.