14 de Fevereiro de 2001
número 050

  Manchetes
  - Conselheiros elegem nova diretoria do CREA-SC
  - Conselho realiza campanha pela duplicação da BR-101 Sul
  - Associação de Rio do Sul tem nova diretoria
  - CREA-SC mostra à sociedade a importância do profissional
   
  Artigo
  "Por que é que a gente é assim ?" do Eng. Ênio Padilha
   
  Agenda
  - Eventos de 07 a 22 de Março
   
  Cursos e Eventos
  - Peritos Judiciais
  - Gerenciamento de Obras
  - Pós-Graduação e Mestrado 
  - Simpósio
   
  Dicas
  - EngWhere
   


Manchetes
  Conselheiros elegem nova diretoria do CREA-SC
 

      Quarenta conselheiros elegeram em unanimidade, na plenária do dia 8, a nova diretoria do Conselho com mandato até dezembro deste ano. O Eng. Agrônomo Antônio Augusto da Silva Aquini foi eleito 1º vice-presidente e se considera feliz por poder repartir com os demais membros da diretoria um pouco da responsabilidade de bem administrar o CREA-SC e de colocar em prática várias propostas apresentadas na atual gestão, principalmente na área da fiscalização. Dentre as principais decisões aprovadas em plenária está a criação da Comissão da Qualidade, a eleição dos representantes das comissões permanentes e temporárias e a aprovação da prestação de contas do Conselho em 2001. Veja abaixo a composição da diretoria e clique aqui para conhecer um pouco do trabalho de cada representante.

1º Vice-Presidente
Eng. Agrônomo ANTÔNIO AUGUSTO DA SILVA AQUINI
2ª Vice-Presidente
Arquiteta ANA MARIA LUIZA POKORA SHIRMER
1° Secretário
Eng. Civil ÁLVARO CESAR VANOLLI
2º Secretário
Eng. de Minas CESAR PAULO DE LUCA
3° Secretário
Eng. Mecânico SÉRGIO LEGNAGHI
1° Tesoureiro
Eng. Sanitarista PAULO JOSÉ ARAGÃO
2° Tesoureiro
Eng. Eletricista ITAMAR TESSEROLI SIQUEIRA

Clique aqui para verificar os componentes das comissões


  Conselho realiza campanha pela duplicação da BR-101 Sul
 

     O CREA-SC juntamente com a ACE, SENGE-SC e ACECON, com o apoio de dezenas de entidades e associações de classe da região, promoveram durante o carnaval a campanha "Pela Vida", para agilizar a duplicação do trecho sul da BR-101. Em 10 postos instalados nos trevos de acesso das principais cidades do litoral sul, foram distribuídos cerca de 50 mil adesivos, informativos e leques com dicas de segurança aos motoristas que trafegavam no local. Segundo os organizadores, a campanha vem somar forças à mobilização da comunidade do sul de Santa Catarina na luta pelo início imediato das obras de duplicação do trecho Palhoça-Osório.
     Os informativos distribuídos durante a campanha trazem números chocantes como: uma morte a cada 39 horas, 300 mortes por ano na estrada, 2.500 acidentes anuais e R$ 1.500.000,00 de prejuízo com acidentes a cada 12 meses. Ainda no trecho sul da BR 101 foram registrados em 2001 que 34,25% dos acidentes ocorrem nos finais de semana, 64,20% dos acidentes acontecem em dias sem chuva ou neblina e 51,99% das colisões envolvem carros de passeio.
     "O objetivo da campanha foi alcançado pois conseguimos conscientizar a população sobre os danos causados com o atraso da duplicação, um entrave que já dura 4 anos", afirma o presidente do CREA-SC, Eng. Civil Celso Ramos Fonseca. A preocupação das entidades organizadoras é que mais um impasse pode ser motivo de atraso das obras já que o Ministério dos Transportes ainda não lançou os editais de supervisão e o de gerenciamento ambiental. O problema é que o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, que vai substituir o de Estradas de Rodagem, não foi criado oficialmente e com isso os editais não foram assinados.

  Associação de Rio do Sul tem nova diretoria
 

     A Associação dos Engenheiros do Alto Vale do Itajaí - AEAVI realiza amanhã, dia 15, às 19 horas, uma assembléia geral para apresentação da proposta de trabalho da nova diretoria que tem como presidente o Eng. Eletricista Paulo Alfredo Grunwald. Entre os temas que serão discutidos na reunião estão os avanços do CREA-SC na valorização do profissional, a obrigatoriedade das prefeituras possuir em seus quadros engenheiros para análise e aprovação de projetos e a exigência de contratação de engenheiros eletricistas e mecânicos para empresas que prestam serviços de manutenção de máquinas e redes. A assembléia vai contar com a presença do presidente do Conselho que vai aproveitar a oportunidade para falar sobre os projetos do CREA-SC nas redes de televisão do município.

  CREA-SC mostra à sociedade a importância do profissional
 

     O CREA-SC vai estar presente na 2ª Feira Nacional de Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos da Construção Civil, Arquitetura, Móveis e Decoração - HABITACON 2002, que acontece de 13 a 17 de março, na Fundação Promotora de Exposições de Blumenau (Proeb). O objetivo do Conselho é mostrar à sociedade a importância do profissional registrado. Este ano acontece, paralelamente a feira, o I Simpósio de Atualização Tecnológica da Construção, promovido em parceria com a Universidade Regional de Blumenau. A HABITACON 2002 vai contar com a presença de empresas do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Amazonas, Rio Grande do Sul e do estado. A estimativa é de 50 mil visitantes. A feira é uma promoção da Monte Belo Eventos de Curitiba e conta com o apoio do CREA-SC, da AEAMVI, da Prefeitura Municipal de Blumenau, do SINDUSCON, da CDL e da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do município.
     Moradia Econômica - Além de valorizar o trabalho do profissional através de uma fiscalização mais efetiva - como resultado pode-se observar o aumento de 14,31% no número de ARTs registradas no ano de 2001 - desde o início da atual gestão, o CREA-SC vem realizando várias campanhas para este fim: participando de movimentos sociais e estabelecendo novos convênios, como por exemplo o Programa de Moradia Econômica. Este programa já foi firmado com cerca de 50 prefeituras em todo o estado e oferece à população de baixa renda projetos residenciais de até 70m2, com custos subsidiados. A intenção deste convênio é facilitar, orientar e promover a construção regularizada fornecendo projetos, documentação e aprovações em todos os órgãos de forma imediata e organizada.


Agenda
  Reuniões de Diretoria, Coordenadores de Câmaras Especializadas e Comissão de Ética
07/03
Data: 07 de Março
Horário: 09:00h
Local: Sede do CREA-SC

  Reunião de Câmaras
08/03  Data: 08 de Março
Horário: 09:00h
Local: Sede do CREA-SC

  Reunião Plenária
08/03  Data: 08 de Março
Horário: 17:00h
Local: Sede do CREA-SC
  I SITRAMA - Simpósio Internacional sobre o Desenvolvimento da Infra-Estrutura de Transportes e Meio Ambiente
19/03  Data: 19 à 22 de Março
Local: Belém do Pará
Promoção: Universidade de Brasília
Web-Site: www.sitrama.com.br

  IV Seminário Internacional de Atualização em Segurança e Saúde no Trabalho
18/03

Período: 18/03/2002 a 20/03/2002
Local: São Paulo/ SP
Realização: Centro Brasileiro de Segurança e Saúde Industrial
Fone: (0**19) 3251 5194
Web-site: http://www.cbssi.com.br

  Feira Internacional de Segurança
20/03

Período: 20/03/2002 a 22/03/2002
Local:
Curitiba/PR
Realização: Latin Event Feiras e Congressos Ltda.
Fone: 47 326 4267


Artigo
Por que é que a gente é assim ?
 
Eng. Ênio Padilha*
 

     É batata ! Toda vez que, numa conversa qualquer, o assunto "comportamento no mercado" vem à tona acabamos caindo nas inevitáveis comparações de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos com Médicos, Dentistas e Advogados.
     Quando me perguntam o que eu acho disso (dessa comparação de profissionais tão diferentes) respondo sempre a mesma coisa: acho que essa comparação é JUSTÍSSIMA.
     Se eu, engenheiro, por qualquer motivo, tiver de ser comparado com outros profissionais, acho muito justo que seja com médicos, com dentistas ou com advogados.
     Afinal temos muito mais coisas em comum do que diferenças. Somos todos prestadores de serviços. Nosso produto (nosso serviço) é altamente especializado e todas essas atividades demandam profissionais com capacidade intelectual superior. Não se chega a ser médico, advogado, dentista, agrônomo, arquiteto ou engenheiro apenas por ter um belo par de olhos, uma voz doce ou algum dinheiro no banco...
     O exercício das profissões e o comportamento empresarial de cada grupo, no entanto, é o que têm construído enormes diferenças operacionais, comportamentais e, conseqüentemente, patrimoniais, entre engenheiros, médicos, arquitetos, dentistas, advogados e agrônomos.
     Mas isso não elimina as semelhanças imensas que sempre tiveram e que ainda têm.
     Neste texto concentramos nossas reflexões sobre a formação dos profissionais de engenharia. No entanto, nossa experiência e a convivência com milhares de arquitetos e agrônomos dos mais distantes lugares do Brasil nos permitem acreditar que os conceitos podem se estender sem problemas também para esses profissionais.
     Voltemos no tempo. Voltemos ao tempo em que essa pessoa (que hoje é um engenheiro) tinha seus quinze, dezesseis anos, um ou dois anos antes do vestibular. Esse moço ou essa moça é, muito provavelmente, um dos melhores alunos da sua sala (talvez da escola). É um expoente estudantil, requisitado pelos colegas, elogiado pelos professores, respeitado pelos pais, de quem é motivo de muito orgulho, valorizado pelos parentes, pelos vizinhos, admirado pelas garotas (ou garotos).
     Comparemos nosso amiguinho com o estudante de quinze ou dezesseis anos que virá a ser médico, dentista ou advogado. Veremos quase nenhuma diferença.
     É isso mesmo. Na origem, são todos iguais. Têm o mesmo perfil, a mesma história, o mesmo rendimento. Todos são brilhantes e bem sucedidos.
     Vem o vestibular. Ingressa, cada qual na faculdade que escolheu... E é aí que as diferenças começam a aparecer.
     Os estudantes de medicina e de odontologia são enquadrados em um ambiente novo, com pessoas que se vestem de uma maneira diferente, se comportam de uma maneira diferente e que estabelecem uma identidade visual (e, por decorrência, uma identidade psicológica) com a atividade profissional que irão exercer alguns anos depois.
     Os estudantes de direito, já nos primeiros meses de escola convivem com professores que vêm para as aulas de terno, gravata, sapato social, barba feita ou bem cuidada.
     E o mais interessante: aqueles senhores e senhoras respeitáveis, bem vestidos e de fina educação (os professores), tratam os seus alunos por "senhor" ou "senhora", com toda a fineza e educação que a prática profissional recomenda. E estimulam seus alunos a acreditar e se convencerem de que são superiores. Que estão se preparando para "falar com o Estado" (privilégio que não é concedido a nenhum outro profissional...). Enfim, aprendem que precisam respeitar os outros, mas aprendem, antes de tudo, que precisam exigir respeito para si.
     Nos últimos anos de faculdade, estudantes de odontologia e medicina já se vestem como se médicos ou dentistas fossem. Freqüentam clínicas e atuam como profissionais na área da saúde. Assumem, enfim, um ou dois anos antes de terminada a faculdade, todo um comportamento típico de médico. De dentista. Os estudantes de Direito, por sua vez, a partir da Segunda metade do curso, já se vestem como advogados (roupa social, sapato, eventualmente gravata e um terno ou blazer...). Mantém com os seus professores e com os seus colegas um comportamento e um vocabulário apropriado para as lides jurídicas. E, o mais importante: são tratados, pelos seus professores, como Doutor. (Dr. Fulano, termine seu relatório até a próxima aula. Dr. Sicrano, esteja preparado para a prova final, na sexta-feira.). Apesar de ainda não terem concluído o curso.
     Os estudantes de engenharia, ao contrário, desde o início do curso, a única diferença que eles conseguem perceber na faculdade, em relação ao ensino médio é o grau de dificuldade (que simplesmente quintuplica!) Não existe nenhum estímulo a um comportamento novo, nenhuma referência, um exemplo positivo de comportamento. Nenhuma motivação para um desenvolvimento psicológico alternativo. Nenhum elemento que interfira na formação do profissional do ponto de vista da sua imagem física composta de aspectos visuais e comportamentais. A vida social, no ambiente da faculdade, é muito restrita, quando não inexistente.
     Além do mais, a faculdade entra na vida desses jovens como um elemento de ruptura. Os alunos são colocados em uma condição a que eles não estavam acostumados. Estavam acostumados a tirar notas máximas com a maior facilidade e, de repente, passam a sofrer e ter grandes dificuldades para obter notas mínimas ou médias. Deixam de ser respeitados pelos seus professores que se tornam distantes e autoritários e perdem a admiração dos colegas que estão todos desesperados tentando se salvar de uma coisa que ainda não estão entendendo direito.
     Não que as faculdades de medicina, direito ou odontologia sejam fáceis. Ocorre que lá os estudantes têm compensações psicológicas que os estudantes de engenharia não têm. Essas faculdades, por diversos mecanismos, inexistentes nas escolas de engenharia, dão continuidade ao amadurecimento psicológico e social do futuro profissional. E, com isto, mantêm em alta a motivação e auto-estima dos seus estudantes.
     Na engenharia não existe nenhum processo de acompanhamento psicológico para aquele estudante desesperado que teve a sua carreira de sucesso estudantil subitamente interrompida (mesmo os alunos que continuam conquistando notas altas, acabam sentindo a falta do aplauso dos colegas, do respeito dos professores e da admiração coletiva). E não existe ninguém para explicar o que está acontecendo. Ninguém para dizer a este estudante que ele não é tão inepto ou incapaz como, algumas vezes os professores parecem querer provar.
     É quase geral, por parte dos professores, nas escolas de engenharia, o exercício gratuito de poder e o terrorismo psicológico.
     E o aluno, que entrou na faculdade no auge positivo da auto-estima, vai recebendo, ao longo de cinco anos, das mais variadas formas, uma única mensagem: "Você não é tão bom quanto você pensava que fosse !". Ao contrário dos estudantes de direito, medicina ou odontologia, que têm como professores, profissionais que atuam no dia-a-dia de suas atividades, os estudantes de engenharia passam cinco anos submetidos aos rigores (e, em alguns casos, caprichos) de engenheiros que não atuam, profissionalmente, como engenheiros e sim como professores, e que, portanto, não têm a vivência da atividade profissional e não têm a ciência ou a consciência das relações comerciais que vão definir o sucesso ou o fracasso dos profissionais que eles estão formando.
     Como resultado disso, ao final de cinco anos, o estudante de engenharia se transforma em um engenheiro. E este engenheiro é completamente desprovido de auto-estima, de respeito próprio, de prazer profissional ou de consciência de mercado. Na metade do último semestre da faculdade, dois meses antes de receber o diploma e ser entregue aos leões do mercado, o estudante de engenharia ainda é tratado como mero es-tu-dan-te.
     Em momento algum, durante a faculdade, o estudante de engenharia é tratado como engenheiro, em momento algum, durante esses cinco anos, a escola propicia a percepção da mudança de condição de estudante para a condição de profissional.
     Estudantes de direito, medicina e odontologia, ao contrário, muito antes do fim da faculdade já têm uma noção razoavelmente clara das dificuldades do exercício profissional que eles irão enfrentar. Com isso vão desenvolvendo mecanismos psicológicos de defesa e saem da faculdade com maior grau de segurança. Entram no mercado profissional de cabeça erguida, com uma consciência de valor. E com todo o processo de construção da imagem profissional em andamento.
     Estudantes de engenharia não são estimulados a se vestir bem, nem a ter preocupações com técnicas de comunicação ou relacionamento social ou de exercício intelectual não linear. Com isso acabam não desenvolvendo habilidades gerenciais ou de relacionamento com o mercado.
     Esta é uma das razões pelas quais as organizações de engenharia são quase sempre extremamente burocráticas e conservadoras.
     Os engenheiros, via de regra, só vão perceber os resultados da negligência com a imagem física e o comportamento no mercado, depois de já terem acumulado algumas perdas desnecessárias (algumas das quais, infelizmente, irreversíveis).
     E qual é a utilidade desse discurso? Qual a importância de se colocar este tema no papel? Porque tornar pública esta opinião, que, com certeza aborrecerá alguns segmentos?
     Ninguém é ingênuo a ponto de acreditar que a simples leitura deste ensaio leve um diretor de escola de engenharia, um professor, um estudante ou um profissional de engenharia a alterar o seu comportamento.
     O que se espera é que essas pessoas, a quem o texto é dedicado, tenham um momento de reflexão. E que a esse momento de reflexão se siga uma atitude. E que essa atitude tenha como objetivo dar um futuro melhor para a engenharia no Brasil.
     A engenharia depende dos engenheiros. E os engenheiros começam a ser formados aos quinze ou dezesseis anos, ainda no ensino médio.
     Eu ainda acho, como sempre achei, que o conhecimento científico que é transmitido aos estudantes durante a faculdade de engenharia é fundamental. E que o valor da engenharia está sustentado na capacidade intelectual e técnica dos seus profissionais.
     No entanto, vejo como importantíssima uma nova visão, nesse processo de formação do engenheiro, que leve em consideração todo o relacionamento social dos estudantes entre si e com os seus professores. É importante que, aos estudantes, seja transmitida uma visão mais clara das relações comerciais que eles enfrentarão na vida profissional, seja na condição de profissionais autônomos, empresários ou empregados em alguma empresa.
     Em qualquer um desses casos as relações sociais são elementos definitivos para o sucesso. É um "detalhe" que faz toda a diferença.
     Na Escola de Engenharia o engenheiro precisa ser "construído" para ser um vencedor. Precisa ser estimulado a acreditar no seu potencial. Confiar na sua inteligência. E, acima de tudo, precisa aprender a importância de manter a cabeça erguida.

* Eng. Ênio Padilha Caixa Postal 392 - CEP 88330-000 - Balneário Camboriú - SC (47) 361-7555 - www.eniopadilha.com.br



Dica
  EngWhere
 

     A EngWhere - por dentro da obra é uma revista mensal de distribuição gratuita pela Internet, que procura transmitir e compartilhar experiência e conhecimento em obras, planejamentos e orçamentos. Na edição atual o profissional encontra temas como Ética na Cobrança dos Serviços Extra-Contratuais. A assinatura deve ser feita através do site www.engwhere.com.br. Vale a pena conferir.



Cursos e Eventos
  Peritos Judiciais
 

     O objetivo do curso é formar profissionais que possam atender a demanda exigida pelos juízes das comarcas e fóruns brasileiros, onde serão discutidos temas como estrutura judicial, respostas a quesitos, legislação ambiental, entre outros. O curso acontece de 18 a 22 de fevereiro em Joinville e tem como ministrante o engenheiro Gert Roland Fischer, perito com mais de 300 perícias realizadas nas comarcas de Joinville, Jaraguá do Sul, São Francisco do Sul, Itajaí e Curitiba. Valor: R$ 300,00. Maiores informações e inscrições: www.ekolink.com.br ou pelos fones (47) 436.0647 e 422.4185.

  Gerenciamento de Obras
 

     Dar ao profissional uma metodologia integral para atuar no gerenciamento de pequenas, médias e grandes obras de construção civil e montagem eletro-mecânica é o objetivo deste curso. O gerenciamento é feito a partir de procedimentos técnicos, os quais habilitam o profissional para executar qualquer obra com qualidade, dentro do orçamento, no prazo contratual e com segurança. Esta metodologia poderá ser adotada tanto pelo profissional que atua na construtora ou montadora, quanto pelo profissional que atua como gerente em nome do contratante da obra, seja como funcionário ou com seu próprio escritório. O curso acontece nos dias 1 e 2 de março em São Paulo/SP. Inscrições pelo fone (11) 3868.3090 ou através do site www.camaradearquitetos.com.br.

  Pós-Graduação e Mestrado
 

      Estão abertas as inscrições para o curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho na UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense. Visite o site www.unesc.rct-sc.br e obtenha melhores informações. A universidade está oferecendo também Mestrado em Ciências Ambientais que tem como proposta a formação de recursos humanos para a solução de problemas ambientais locais e regionais, com um programa voltado para a área da Ecologia e Gestão de Ambientes Alterados. O mestrado inicia em abril e tem a duração de 24 meses. A taxa de inscrição é de R$ 50,00 com mensalidade de R$ 450,00. Inscrições e informações pelo fone (48) 431.2625.

  Simpósio
 

     Acontece de 19 a 22 de março, em Belém/PA, o I SITRAMA - Simpósio Internacional sobre Desenvolvimento da Infra-estrutura de Transportes e Meio Ambiente, que vai reunir, pela primeira vez no Brasil, especialistas nacionais e estrangeiros para discutir o assunto. O objetivo é criar um ponto de convergência entre o aprimoramento da infra-estrutura dos transportes e os impactos que o desenvolvimento não planejado pode causar ao meio ambiente. O evento tem o apoio da Associação Catarinense de Engenheiros - ACE. As inscrições podem ser feitas através do site www.sitrama.com.br ou pelos fones (61) 328.7377 e 328.7173 com Joelma Chaves.



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